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PSA Livre x PSA Total: o que essa relação realmente indica
PSA total: 5,8. PSA livre: 0,9. Relação: 15%. Para quem recebe esse resultado no laudo, os números costumam gerar mais dúvida do que clareza. O que eles significam? Por que o laboratório mede duas coisas se o objetivo é avaliar a mesma próstata? A resposta está em como o PSA se comporta no sangue — e entender essa lógica ajuda a interpretar o exame com menos ansiedade e mais precisão, sem tirar conclusões precipitadas de um número isolado. O que é o PSA total, rapidamente O P

Dr. Rafael Viterbo
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Toque retal dói? Mitos, verdades e por que o medo atrasa o diagnóstico do câncer de próstata
De cada dez homens que já ouviram falar do toque retal, pouco mais de três realmente já fizeram o exame. O motivo, na maioria das vezes, não é falta de informação — é medo. Medo da dor, medo do desconforto, medo de um procedimento que carrega décadas de tabu e piadas, mas que continua sendo uma das formas mais simples de proteger a saúde da próstata. Esse medo tem um preço: o câncer de próstata é o tipo mais frequente entre os homens no Brasil, com estimativa de quase 78 mil

Dr. Rafael Viterbo
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Lutécio-177 PSMA no câncer de próstata avançado: como funciona o tratamento
O lutécio-177 PSMA usa o mesmo alvo do PET-PSMA para levar radiação até a célula tumoral. Entenda como funciona, para quem é indicado e o que os estudos VISION e PSMAfore mostram.

Dr. Rafael Viterbo
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Cistoscopia dói? Como é o exame que olha dentro da bexiga
Cistoscopia dói? Com o aparelho flexível e gel anestésico, o que se sente é desconforto, não dor. Entenda quando o exame é indicado, como é feito passo a passo, o que esperar depois e por que ele é insubstituível no acompanhamento do câncer de bexiga.

Dr. Rafael Viterbo
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Biópsia de próstata dói? Como é o exame feito com sedação
O medo da dor é o principal motivo para adiar a biópsia de próstata. Com sedação, o exame é feito com o paciente dormindo, em hospital-dia e com alta no mesmo dia. Entenda o preparo, o que esperar depois e os sinais de alerta.

Dr. Rafael Viterbo
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Cistectomia robótica no câncer de bexiga: o que a evidência realmente mostra
Os estudos RAZOR e iROC compararam a cistectomia robótica com a cirurgia aberta. O controle do câncer é equivalente; a diferença está na recuperação. Entenda o que os dados mostram — e o que eles não mostram.

Dr. Rafael Viterbo
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Câncer de bexiga invasivo: o que muda com o estudo EV-304 (Padcev + Keytruda)
O estudo EV-304 (KEYNOTE-B15) mostrou que Padcev com Keytruda, antes e depois da cistectomia, supera a quimioterapia com cisplatina no câncer de bexiga músculo-invasivo. Entenda os resultados e o que já vale no Brasil.

Dr. Rafael Viterbo
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Prostatite: sintomas, tratamento e por que ela pode elevar o PSA
Prostatite é a inflamação da próstata — o problema urológico mais comum em homens com menos de 50 anos. Entenda os tipos, os sintomas, o tratamento e por que ela pode elevar o PSA sem ser câncer.

Dr. Rafael Viterbo
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Incontinência urinária após a cirurgia de próstata: por que acontece e como recuperar
Perder urina após a prostatectomia costuma ser temporário. Veja por que acontece, como os exercícios de Kegel e a fisioterapia aceleram a recuperação e quando tratar.

Dr. Rafael Viterbo
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Disfunção erétil após a cirurgia de próstata: o que esperar e como tratar
A disfunção erétil após a cirurgia de próstata costuma ser temporária e tratável. Entenda a recuperação dos nervos, a reabilitação peniana e as opções para retomar a vida sexual.

Dr. Rafael Viterbo
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Próstata aumentada é câncer? HPB e câncer de próstata: as diferenças
Descobrir que a próstata está aumentada assusta muita gente — e a primeira pergunta costuma ser: "isso é câncer?". Na maioria das vezes, a resposta é não. O aumento benigno da próstata, chamado de hiperplasia prostática benigna (HPB), é uma condição muito comum com o envelhecimento e não é câncer. Mas, como os sintomas e até o exame de PSA podem se parecer, vale entender as diferenças e saber quando investigar. O que é a próstata aumentada (HPB) A hiperplasia prostática benig

Dr. Rafael Viterbo
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Câncer de próstata de alto risco: o que é e como é tratado
Receber o diagnóstico de câncer de próstata de alto risco costuma gerar medo, mas é importante entender o que esse termo realmente significa. Alto risco não quer dizer que o caso não tem solução — quer dizer que o tumor tem maior chance de se espalhar ou de voltar após o tratamento e que, por isso, costuma exigir uma abordagem mais completa. Entender o que define o alto risco e quais são as opções de tratamento ajuda você a participar das decisões sobre o seu cuidado. O que s

Dr. Rafael Viterbo
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Estudo PROTEUS: tratamento hormonal antes e depois da cirurgia no câncer de próstata de alto risco
Por décadas, o tratamento do câncer de próstata de alto risco que vai para a cirurgia mudou pouco. O estudo PROTEUS acaba de trazer um dos resultados mais importantes dos últimos anos nessa área: associar uma medicação hormonal de nova geração antes e depois da prostatectomia reduziu o risco de a doença se espalhar. É um resultado com potencial de mudar a prática. O que é o estudo PROTEUS O PROTEUS é um grande estudo clínico internacional de fase 3 — a etapa final de testes a

Dr. Rafael Viterbo
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Cistectomia no câncer de bexiga invasivo: quando é necessária e como funciona
O câncer de bexiga que invade a camada muscular do órgão — chamado de câncer de bexiga músculo-invasivo — é uma doença que exige tratamento mais agressivo do que os tumores superficiais. A cistectomia radical, que consiste na remoção cirúrgica da bexiga, é o tratamento padrão para esses casos em pacientes que têm condições clínicas para o procedimento. Compreender o que essa cirurgia envolve, quais são as alternativas de reconstrução urinária e como é o processo de recuperaçã

Dr. Rafael Viterbo
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Estadiamento e Gleason no câncer de próstata: o que esses números realmente significam
Quando o diagnóstico de câncer de próstata é confirmado, duas informações são determinantes para a escolha do tratamento: o estadiamento — que indica onde o tumor está — e o escore de Gleason — que indica o grau de agressividade das células tumorais. Compreender o significado desses números é fundamental para que o paciente participe ativamente das decisões sobre o seu cuidado. O que é o estadiamento do câncer de próstata? O estadiamento classifica a extensão da doença — se o

Dr. Rafael Viterbo
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Prótese testicular após orquiectomia: o que você precisa saber
A orquiectomia radical — remoção cirúrgica do testículo — é o tratamento primário do câncer de testículo e representa um dos procedimentos mais impactantes na autoimagem e qualidade de vida dos pacientes. A prótese testicular surge como uma opção segura e eficaz para restabelecer a aparência anatômica escrotal e contribuir para o bem-estar psicológico após a cirurgia. O que é a Prótese Testicular? A prótese testicular é um implante de silicone preenchido com gel ou soro fisio

Dr. Rafael Viterbo
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Câncer de testículo e fertilidade: o que você precisa saber
O câncer de testículo é a neoplasia sólida mais comum em homens entre 15 e 35 anos — exatamente a faixa etária em que a paternidade é frequentemente planejada. A boa notícia é que as taxas de cura são superiores a 95%, mesmo nos casos avançados. A má notícia é que o tratamento pode comprometer temporária ou permanentemente a fertilidade. Por isso, a preservação da fertilidade deve fazer parte do planejamento terapêutico desde o diagnóstico. Como a Orquiectomia Afeta a Fertili

Dr. Rafael Viterbo
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Investigação do nódulo testicular: quando procurar um urologista?
O câncer de testículo é altamente curável — especialmente quando diagnosticado precocemente. A detecção de um nódulo testicular é frequentemente o primeiro sinal da doença e deve ser investigada com urgência. Infelizmente, muitos pacientes retardam a busca por atendimento médico por meses, reduzindo as chances de um tratamento menos intensivo. Sinais de Alerta: Quando Suspeitar? O câncer de testículo frequentemente se apresenta como: Nódulo ou endurecimento indolor dentro do

Dr. Rafael Viterbo
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Câncer de Testículo: população de risco, prevenção e rastreio
O câncer de testículo é relativamente raro — representa apenas 1-2% de todos os tumores masculinos — mas é a neoplasia sólida mais frequente em homens entre 15 e 35 anos, e sua incidência vem crescendo em países ocidentais nas últimas décadas. A boa notícia é que nenhum tumor responde tão bem ao tratamento: as taxas de cura superam 95%, mesmo nos casos metastáticos. Epidemiologia: Quem Desenvolve Câncer de Testículo? A incidência mundial é de aproximadamente 7-8 casos por 100

Dr. Rafael Viterbo
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Ultrassom intraoperatório: precisão para preservar o rim
A nefrectomia parcial — cirurgia que remove apenas a parte do rim com o tumor, preservando o restante do órgão — é considerada o padrão ouro para o tratamento do câncer de rim localizado. Uma das ferramentas que aumenta a precisão e a segurança desse procedimento é o ultrassom intraoperatório. Este artigo explica como ele funciona e por que sua utilização representa um avanço importante na cirurgia renal. O que é o ultrassom intraoperatório O ultrassom intraoperatório é a apl

Dr. Rafael Viterbo
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