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Procure avaliação se você teve:
PSA acima do esperado para sua idade (ou em elevação progressiva)
histórico familiar de câncer de próstata
alteração no toque retal (quando realizado)
sintomas urinários que persistem (jato fraco, acordar muito à noite, urgência)
Na consulta, o objetivo é entender por que o PSA subiu e qual o melhor caminho. Em geral, avaliamos:
Seu histórico e exames anteriores (tendência do PSA ao longo do tempo)
Fatores que podem aumentar PSA (ex.: inflamação, aumento benigno da próstata)
Exame físico (quando indicado)
Se há necessidade de exames complementares


Dependendo do caso, podem ser considerados:
Repetir PSA com preparo adequado
Exames complementares de sangue (quando fizer sentido)
Ressonância da próstata (em casos selecionados)
Biópsia (apenas quando houver indicação clara)
A decisão é individual: nem todo PSA alto precisa de biópsia.
Você sai com um plano claro: observar, repetir exames, investigar ou tratar.
O foco é evitar tanto “deixar passar” quanto “investigar demais sem necessidade”.
Se houver suspeita real de câncer, o caminho segue com orientação objetiva e organizada.
Faça a sua avaliação

Não. O PSA pode subir por vários motivos além do câncer, como aumento benigno da próstata, inflamação (prostatite) e até situações temporárias. O mais importante não é só “o número”, e sim a tendência ao longo do tempo, seus sintomas, exame clínico e, quando necessário, exames complementares.
As causas mais frequentes incluem:
Aumento benigno da próstata (HPB) – muito comum com o passar dos anos
Inflamação ou infecção (prostatite)
Atividades recentes que podem elevar temporariamente o PSA (ex.: ejaculação, bicicleta/impacto, manipulação urológica)
Câncer de próstata (menos comum do que muitos imaginam, mas precisa ser investigado quando há sinais)
A avaliação serve para separar o que é transitório do que precisa de investigação mais cuidadosa.
Não existe um único número que sirva para todo mundo. O PSA pode variar com idade, volume da próstata e histórico individual. Por isso, um PSA “não tão alto” pode preocupar em alguns casos (se estiver subindo rapidamente), e um PSA mais alto pode ter explicação benigna em outros. O ideal é avaliar o contexto.
Em muitos casos, sim. Para evitar elevações temporárias, costuma-se orientar:
evitar ejaculação nas 48 horas anteriores
evitar bicicleta/impacto perineal nas 48 horas anteriores
avisar se teve infecção urinária recente, febre ou dor
informar se fez sondagem, cistoscopia ou outros procedimentos recentemente
Na consulta, eu te oriento o preparo mais adequado para o seu caso.
A ressonância pode ser útil quando há suspeita de câncer e precisamos avaliar melhor o risco antes de decidir os próximos passos. Ela não é necessária para todo mundo com PSA elevado, mas pode ajudar a:
identificar áreas suspeitas
orientar a necessidade e o tipo de biópsia (quando indicada)
reduzir investigações desnecessárias em casos selecionados
A biópsia não é automática. Ela é considerada quando o conjunto de informações sugere risco significativo — por exemplo, PSA em elevação persistente, exame clínico suspeito e/ou achados em ressonância. O objetivo é confirmar ou descartar diagnóstico com segurança, evitando tanto atraso quanto procedimentos desnecessários.
Em alguns casos, sim. Quando a avaliação aponta baixo risco, pode ser possível acompanhar com:
repetição programada do PSA
reavaliações clínicas
exames complementares, se necessário
O acompanhamento é feito com um plano claro, para não “ficar no escuro”.
Depende do seu cenário. Alguns casos são resolvidos na própria consulta com orientação e repetição organizada do exame. Outros exigem exames adicionais (por exemplo, ressonância) antes de decidir. O objetivo é que você saia com um plano de ação definido, com prazos e próximos passos.
Se tiver, leve:
resultados anteriores de PSA (para ver tendência)
exames de imagem já feitos (ultrassom, ressonância, tomografia)
lista de medicamentos em uso
histórico familiar (principalmente câncer de próstata)
sintomas urinários (se houver) e há quanto tempo
Se você não tiver tudo, não tem problema — dá para organizar a investigação a partir do que você já tem.