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PI-RADS na ressonância da próstata: o que significam as notas 1 a 5 do seu laudo
O laudo da ressonância da próstata chegou e, no meio de termos técnicos, aparece uma sigla: PI-RADS, seguida de um número de 1 a 5. É comum o paciente procurar o significado na internet antes mesmo da consulta e sair da busca assustado. Neste texto, explico o que é o PI-RADS, o que cada nota quer dizer, qual é a chance real de câncer em cada uma e o que costuma acontecer depois. A nota é uma estimativa de risco e não um diagnóstico: quem confirma ou descarta o câncer é a bióp

Dr. Rafael Viterbo
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Câncer de próstata tem cura? O que as taxas de sobrevida realmente significam
Quando o diagnóstico de câncer de próstata aparece, a primeira pergunta costuma ser: tem cura? Na maioria dos casos descobertos cedo, sim, mas cura e sobrevida não são sinônimos. Entenda o que os números significam e como o risco da doença define o tratamento.

Dr. Rafael Viterbo
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PSA alto: o que significa, quais as causas e o que fazer agora
O laudo chegou e ao lado do PSA aparece um asterisco, um destaque em negrito ou a palavra "alterado". A reação mais comum é pensar logo em câncer. Antes de qualquer conclusão, vale saber que um PSA acima do valor de referência é um sinal de alerta, e não um diagnóstico. Neste texto, explico o que é considerado PSA alto, quais as causas mais frequentes (benignas e malignas) e, principalmente, quais são os passos práticos depois de um resultado alterado. O que é considerado PSA

Dr. Rafael Viterbo
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Bloqueio hormonal no câncer de próstata: efeitos colaterais e como lidar com eles
Quando o urologista ou o oncologista fala em “bloqueio hormonal”, muitos pacientes e familiares se assustam. É um tratamento importante, que pode controlar o câncer de próstata por anos, mas que também provoca efeitos no corpo que ninguém deveria enfrentar sem orientação. A boa notícia é que boa parte deles pode ser prevenida ou amenizada. Neste artigo, explico o que é o bloqueio hormonal, quando ele é indicado, quais são os efeitos colaterais mais comuns e o que pode ser fei

Dr. Rafael Viterbo
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Sintomas do câncer de próstata: por que ele quase não dá sinais e quando eles aparecem
“Doutor, eu não sinto nada — então está tudo bem, certo?” Essa é uma das frases que mais se ouve sobre a próstata, e também uma das mais perigosas. A mensagem mais importante deste artigo é esta: o câncer de próstata não dá sintomas. Os sinais só costumam aparecer quando a doença já está muito avançada. Por isso, esperar por sintomas é esperar tempo demais. Neste artigo, explico por que o câncer de próstata é silencioso, quais sinais podem surgir quando ele está avançado, por

Dr. Rafael Viterbo
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Quando começar o PSA? Como o rastreamento do câncer de próstata mudou com a ressonância
Todo ano, quando o Novembro Azul se aproxima, a mesma pergunta aparece no consultório: a partir de que idade devo fazer o PSA? A resposta curta é que, para a maioria dos homens, a conversa começa aos 50 anos — e mais cedo para quem tem maior risco. Mas o rastreamento do câncer de próstata mudou bastante nos últimos anos, e entender o que mudou ajuda a decidir com mais segurança. Neste artigo, explico quando começar, por que o PSA sozinho não basta e qual é o papel da ressonân

Dr. Rafael Viterbo
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Cauterização de lesões verrucosas: eletrocauterização, ácido ou outras opções — como escolher e recuperação
Depois de confirmado que uma lesão verrucosa genital é, de fato, causada pelo HPV, e de saber que ela pode ser resolvida no consultório com cauterização, uma dúvida prática aparece: existe só um jeito de fazer isso? Não — e entender as diferenças entre as opções ajuda a saber o que esperar da sessão e da recuperação. As opções de tratamento, e quando cada uma é usada As verrugas genitais podem ser tratadas por métodos aplicados pelo próprio paciente em casa, ou por procedimen

Dr. Rafael Viterbo
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Cistoscopia flexível x rígida: qual a diferença e os cuidados antes e depois do exame
Depois de entender que a cistoscopia é um exame rápido e que, ao contrário do que muitos temem, não costuma doer, uma dúvida menos comentada aparece: existe mais de um tipo de cistoscópio, e a escolha entre eles muda a experiência do exame. Este texto explica a diferença entre a cistoscopia flexível e a rígida, e detalha os cuidados antes e depois de cada uma. A diferença entre os dois aparelhos O cistoscópio flexível é um tubo fino e maleável, com cerca de 5 mm de diâmetro,

Dr. Rafael Viterbo
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Depois da biópsia de próstata: cuidados, sinais de alerta e os próximos passos até o resultado
A biópsia foi feita, o desconforto inicial já passou — e agora começa a espera pelo resultado. Esse período costuma ser um dos mais ansiosos de todo o processo de investigação do câncer de próstata. Este texto não vai repetir como a biópsia é feita ou como controlar a dor durante o exame — isso já está nos textos anteriores sobre sedação e sobre as técnicas transretal e transperineal. Aqui o foco é o que vem depois: os cuidados nos dias seguintes, os sinais que pedem atenção

Dr. Rafael Viterbo
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Vasectomia tem volta? Reversão e o exame que confirma que funcionou
A vasectomia é planejada e feita como método contraceptivo definitivo — mas "definitivo" não significa "sem nenhuma pergunta depois". Duas dúvidas aparecem quase sempre: como eu sei que funcionou de verdade, e, para quem muda de ideia lá na frente, ainda dá para reverter? Este texto parte de onde o post anterior sobre vasectomia parou — sem repetir como a cirurgia funciona ou os mitos sobre libido e testosterona — para focar no exame que confirma que o método está funcionando

Dr. Rafael Viterbo
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Postectomia no adulto: anestesia, recuperação e quando retomar a vida sexual
Diferente da fimose na infância — quando a espera costuma ser a conduta — no adulto a indicação cirúrgica geralmente já vem com um motivo concreto: dificuldade de higiene, dor durante a relação, inflamações de repetição ou desconforto que atrapalha o dia a dia. Uma vez decidida a cirurgia, as perguntas mudam de figura: como vai ser o procedimento, vai doer, e — a mais frequente, ainda que pouco perguntada em voz alta — quando dá para voltar à vida sexual. Este texto parte de

Dr. Rafael Viterbo
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Cirurgia de hidrocele (hidrocelectomia): anestesia, recuperação e cuidados com gelo no pós-operatório
Perceber que o escroto está maior de um lado costuma gerar duas reações: susto e vergonha de perguntar. Na consulta, depois de confirmado o diagnóstico de hidrocele e definida a indicação cirúrgica, a dúvida seguinte é quase sempre a mesma: como é a cirurgia, vai doer, e como vai ser a recuperação? Este texto continua de onde o outro parou — não vamos repetir o que já foi explicado sobre o que é a hidrocele e quando operar, e sim focar no que acontece a partir do dia da cirur

Dr. Rafael Viterbo
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PSA Livre x PSA Total: o que essa relação realmente indica
PSA total: 5,8. PSA livre: 0,9. Relação: 15%. Para quem recebe esse resultado no laudo, os números costumam gerar mais dúvida do que clareza. O que eles significam? Por que o laboratório mede duas coisas se o objetivo é avaliar a mesma próstata? A resposta está em como o PSA se comporta no sangue — e entender essa lógica ajuda a interpretar o exame com menos ansiedade e mais precisão, sem tirar conclusões precipitadas de um número isolado. O que é o PSA total, rapidamente O P

Dr. Rafael Viterbo
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Toque retal dói? Mitos, verdades e por que o medo atrasa o diagnóstico do câncer de próstata
De cada dez homens que já ouviram falar do toque retal, pouco mais de três realmente já fizeram o exame. O motivo, na maioria das vezes, não é falta de informação — é medo. Medo da dor, medo do desconforto, medo de um procedimento que carrega décadas de tabu e piadas, mas que continua sendo uma das formas mais simples de proteger a saúde da próstata. Esse medo tem um preço: o câncer de próstata é o tipo mais frequente entre os homens no Brasil, com estimativa de quase 78 mil

Dr. Rafael Viterbo
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Cistoscopia dói? Como é o exame que olha dentro da bexiga
Cistoscopia dói? Com o aparelho flexível e gel anestésico, o que se sente é desconforto, não dor. Entenda quando o exame é indicado, como é feito passo a passo, o que esperar depois e por que ele é insubstituível no acompanhamento do câncer de bexiga.

Dr. Rafael Viterbo
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Biópsia de próstata dói? Como é o exame feito com sedação
O medo da dor é o principal motivo para adiar a biópsia de próstata. Com sedação, o exame é feito com o paciente dormindo, em hospital-dia e com alta no mesmo dia. Entenda o preparo, o que esperar depois e os sinais de alerta.

Dr. Rafael Viterbo
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Cistectomia robótica no câncer de bexiga: o que a evidência realmente mostra
Os estudos RAZOR e iROC compararam a cistectomia robótica com a cirurgia aberta. O controle do câncer é equivalente; a diferença está na recuperação. Entenda o que os dados mostram — e o que eles não mostram.

Dr. Rafael Viterbo
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Câncer de bexiga invasivo: o que muda com o estudo EV-304 (Padcev + Keytruda)
O estudo EV-304 (KEYNOTE-B15) mostrou que Padcev com Keytruda, antes e depois da cistectomia, supera a quimioterapia com cisplatina no câncer de bexiga músculo-invasivo. Entenda os resultados e o que já vale no Brasil.

Dr. Rafael Viterbo
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Prostatite: sintomas, tratamento e por que ela pode elevar o PSA
Prostatite é a inflamação da próstata — o problema urológico mais comum em homens com menos de 50 anos. Entenda os tipos, os sintomas, o tratamento e por que ela pode elevar o PSA sem ser câncer.

Dr. Rafael Viterbo
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Disfunção erétil após a cirurgia de próstata: o que esperar e como tratar
A disfunção erétil após a cirurgia de próstata costuma ser temporária e tratável. Entenda a recuperação dos nervos, a reabilitação peniana e as opções para retomar a vida sexual.

Dr. Rafael Viterbo
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